Sala 2

O período reservado para que as mensagens fossem postadas expirou. Agradecemos sua participação, avancemos juntos e sigamos em oração.
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Re: Sala 2

Mensagempor jonatasjmc » 11 Nov 2013, 13:51

"O Jônatas diz que um dos papéis dos profissionais é "o alimentar do ser UNIVERSIDADES RENOVADAS". Acredito que os profissionais tem grande responsabilidade pela formação do MUR, seja para os perseverantes, retiros para servos, formações.. Aqui no Paraná temos alguns formados/profissionais que agem de maneira ativa na formação não só de luquinhas mas de toda a RCC. Entretanto, não acredito que sua função restringiria apenas à formação. "

Amado Pedro Augusto, paz e bem!
Acho que houve um pequeno desvio de entendimento de sua parte na minha colocação: eu não disse que um dos papéis dos profissionais era de alimentar o ser Universidades Renovadas, mas sim disse que o GPP é o lugar desse "alimentar". Percebe a diferença? Atribuo essa função ao LUGAR não à PESSOA. Concordo plenamente contigo quando diz que essa não deva ser a função exclusiva do Profissional formado.

ok?

Paz e bem!
Jônatas Macena Cardoso
Coord. Estadual MUR MG
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Re: Sala 2

Mensagempor fagnertuning » 11 Nov 2013, 22:31

Boa noite!

Bom, durante minha caminhada no MUR sempre almejei um dia fazer parte do GPP. Há apenas alguns meses estou atuando no recém estruturado GPP aqui de Cuiabá/MT.
Nosso grupo voltou a ativa justamente neste momento de mudanças. Primeiramente gostaria de compartilhar como está sendo nosso grupo. Após reunirmos com membros de caminhada, decidimos que nosso GPP, a princípio, focaria na formação, alternamos nossos encontros quinzenais estudando apostilas da RCC e demais documentos da Igreja.
Juntamente a cada tema, partilhamos nossos pontos de vista, sempre trazendo à nossa realidade na sociedade. Tem sido bem produtivo, estamos refletindo de maneira bem satisfatória a posição cristã frente ao ambiente profissional. Outro aspecto que pensamos para nosso GPP, diz respeito ao papel acolhedor aos recém formados. Muitos que participam dos GOUs durante a graduação, ao formarem, se deparam com a dúvida! Pois como vão para o mercado, muitas vezes não sobra tempo de continuar indo ao GOU, e como este servo não quer perder, nem queremos que ele perca o contato com o MUR, o ingresso no GPP é um meio dele continuar conosco.
Como nosso grupo é recém formado, ainda não temos um direcionamento externo, focado em ações sociais por exemplo. Acreditamos que após os debates dos fóruns, o estabelecimento de diretrizes nacionais e a própria maturidade do grupo, quem sabe podemos ir além.
Bom, é isso, espero ter contribuído, fiquem com Deus.
Fagner Araújo
GPP - Cuiabá/MT
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Re: Sala 2

Mensagempor Geraldo Monteiro » 13 Nov 2013, 22:27

Bom o GPP que eu faço parte está parado, mas eu entendo a partir daquela fala do Mococa "Agua da nascente, Serra da Canastra". Pois bem, não me lembro se foi a Ivna Sá numa outra fala ou o Próprio Mococa no Livro da Ivna. Diz que "precisamos dirigir com olhar no parabrisa sem perde de vista o retrovisor", o parabrisa nos permite um descortinar de novas realidades em nossa frente ao qual devemos estar atentos para sabermos em qual via o sianl nos indica o caminho a seguir sem se perder em meio a tantas estradas. Assim também, precisamos estar de olho no retrovisor com finalidades semelhantes para não incorrermos em risco.

Claro que isso pode passar sentimento de medo, não ser audacioso, não confiar, mas a sabedoria nos leva a colher tesouros daquilo que já foi vivido e como explorar naquilo que é novo.

Logo vejo o GPP como espaço de viver o carisma, a vocação, o chamado (O jeito de ser presença no âmbito acadêmico). Lembrando que na academia não encerramos nossa formação quado se finaliza a graduação, mas inicia se uma vida acadêmica de aprendizado contínuo, mesmo para aqueles que não se dedicarão a pesquisa e a continuidade como mestrado ou doutorado. Assim, entendo que o carisma do MUR como Universitário graduando pode sim continuar na vida de um formado que tem agora uma cultura do saber científico. O GPP pode ser esse espaço de colocar sua experiência do que seja conciliar fé e razão. O GPP pode também ser uma base familiar/comunitária com os universitários em formação. Acredito que para quem tem o chamado ao MUR encontra uma forma de estar próximo de suas orígens, sendo suporte, sendo presença, sendo testemunho... Deus nos guiará pelos caminhos e nos dará ispiração adequada para responder esse chamado.
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Re: Sala 2

Mensagempor Marcela Chagas » 18 Nov 2013, 23:04

O MUR não é formado por universitários apenas, mas por todos aqueles que se sentem vocacionados a essa missão. Em sua opinião qual deve ser o papel dos profissionais dentro do ministério?
De fortalecer os GOU´s, instruindo e formando os participantes do mesmo sobre a IDENTIDADE DO MUR. Também de levar as discussões sobre áreas temáticas, onde podemos falar da valorização da vida nas diversas áreas de estudos, pq tudo que aprendemos no meio acadêmico perpassa pela vida. Como nosso querido Papa Francisco disse, não podemos ficar discutindo as mesmas coisas sempre. Precisamos trabalhar a cultura da vida, seja na saúde, na habitação, saneamento básico, informação, comunicação social, tecnologia da informação, educação... espalhar a cultura da vida, através da evangelização na universidade é unir fé e razão.
O GPP também tem que ser espaço de manter a vida fraterna, onde como família, queremos estar ao lado um do outro, rezamos pelos novos casais, pelos filhos que irão nascer, pelas dificuldades financeiras, ajudamos a procurar um apartamento para alugar. Somos irmãos, verdadeiros cristãos, para sempre... E Como cristãos não paramos o SONHO DE DEUS em nós, não podemos formar "panelinhas", o sonho se espalha, agrega todos, pelo nosso testemunho de verdadeiros cristãos. Somos um em Cristo.
Em Niterói temos um apoio enorme da RCC, a muitos anos. Sempre estamos nas reuniões e acabamos levando muitos a admirar e ajudar a realizar essa missão no âmbito universitário. Tem GO que não deixa um servo sair do GO para a faculdade, sem entrar em contato conosco antes.

O que não deve ser? Acho que uma característica dos profissionais que participam do GPP é que querem continuar a vida acadêmica, não param de estudar, ir a congressos, se atualizarem, mesmo que não sejam professores universitários ou de escola técnica, sempre buscam alguma formação e levam outros a sonharem também com uma formação superior!

De forma geral como esse grupo deve se organizar?
Acho que precisa ter característica de GOU!!! É a nossa essência!!! Tem uma caracteristica em niterói que o GPP Imaculada nunca foi o GPP propriamente dito, com todos os pilares da CNP, pq dóceis ao Espírito, sentiamos que a partilha só acontecia plenamente depois de um bom momento de oração e pregação!!! Todas as características de GO, em unidade com a RCC, mas sem deixar de ter partilha!!! Muitas partilhas!!! E o sentimento de família não muda, pelo contrário, só aumenta. Nós nos sentimos família MUR, nos sentimos irmãos, compartilhamos dores e alegrias, rezamos pelos novos casais e sempre abertos a acolher muitos que querem conhecer o sonho UNIVERSIDADES RENOVADAS e fazer parte dessa FAMÍLIA!
Depois que discernimos o nosso chamado: Universidades Renovadas, uma alegria e uma paz pairou sobre nós!!! O Espírito Santo confirmou em todos do GPP o SONHO e quase todo o GPP pode estar no ERUR Sudeste/2013, sonhando cada vez mais alto nossa atuação no âmbito universitário.

Acolho como muita alegria esse tempo novo e estou disposta a partilhar mais das nossas vivências em niterói.

Marcela Chagas - Coord. do MUR Niterói/RJ
Enfermeira, casada e muito SONHADORA!!!
Marcela Chagas
 
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Re: Sala 2

Mensagempor Ierecê Gilberto » 19 Nov 2013, 01:42

1 - Qual deve ser o papel dos Profissionais no MUR?
A - Em primeiro lugar, penso que nossa discussão deveria girar em torno do papel dos “Formados” e não dos Profissionais no MUR. Digo isto porque, sendo o MUR um serviço da RCC na Universidade, em princípio, quem participa do MUR deve ter passado pelos bancos acadêmicos e participado dos GOUs, consequentemente, o desaguar deste trabalho com os universitários seriam os Formados, colocando aí um certo limite na abrangência do nosso trabalho, considerando que PROFISSIONAL abrange toda e qualquer categoria de trabalhador, independente de ser formado ou não. Naturalmente que o MUR não tem por objetivo e nem jamais teve, impedir que profissionais não Formados colaborem com nossa missão, muito pelo contrário, contudo, a expressão Formados ajuda a delimitar a abrangência de nosso trabalho.
Para mim este é um primeiro ponto que deveríamos ter bem claro entre nós, antes de pontuarmos outras questões.
Diante disso, a sigla GPP para o MUR , retomaria o mesmo significado que recebeu na sua origem, ou seja Grupo de Partilha e Perseverança.
B – Antes de começar a escrever estive rezando mais um pouquinho sobre esta questão toda do nosso Fórum na tentativa de ouvir mais um pouco o Senhor, acalmar meu coração e organizar as ideias e o Senhor me deu uma Palavra que me diz muito (Eclo 1, 34-35) “Pois o temor do Senhor é SABEDORIA e Instrução, e o que lhe é agradável é FIDELIDADE e doçura; Ele encherá os celeiros daqueles que as possuem.” Imediatamente me veio à lembrança nossa canção “Sonhar” onde cantamos que “Somos filhos de Deus, somos Frutos do Amor e da SABEDORIA DIVINA”! E a Palavra citada acima diz que é agradável à Sabedoria (da qual cantamos que somos frutos) a FIDELIDADE e que o Senhor encherá os celeiros dos que a possuem.
Devemos então buscar na SABEDORIA (da qual cantamos sermos Frutos) e com a Instrução, sermos Dóceis e Fiéis! Mas dóceis e fiéis a quem e a que? Naturalmente que ao SENHOR, àquele que nos chamou, que nos fez um chamado primeiramente para que sejamos sempre Seus Discípulos e como Seus Discípulos, nos confiou e confia uma MISSÃO. Assim, precisamos conhecer muito bem qual é esta missão a que estamos chamados. Qual é este chamado missionário na sua origem e essência? Muitos de nós não estávamos lá na origem deste chamado missionário, mas o Senhor nos ajuntou àqueles que lá estavam e é com a mesma VISÃO, o mesmo SONHO e a mesma VISÃO RENOVADA que devemos seguir na Missão. O Senhor nos chamou a mudar a realidade em que vivemos, à partir de um determinado campo de missão e é ali que devemos ser fiéis a ELE, pois se deslocarmos o nosso campo de missão, poderemos até alcançar alguns objetivos “novos”, entretanto, estaremos deixando de sermos fiéis ao nosso chamado e consequentemente àquele que nos chamou. O Senhor nos chama sempre a sermos DÓCEIS e FIÉIS, Ele não nos chama ao êxito, à glória, ao sucesso, à conquista, à vitória, ao reconhecimento, ao crescimento quantitativo em primeiro lugar, mas em primeiríssimo lugar Ele nos chama especificamente a SERMOS FIÉIS E DÓCEIS a Ele e ao chamado que Ele nos faz, depois vem todo o restante. Se não conseguirmos ser FIÉIS E DÓCEIS a Ele e Seu chamado a nós, em vão terá sido todo o nosso trabalho!
C - Partindo daí, qual o chamado do Senhor para o MUR, na sua origem? ENCHER JERUSALÉM DA DOUTRINA DE JESUS CRISTO! E qual a nossa Jerusalém? A UNIVERSIDADE! Nestes meus 30 anos de RCC e quase 20 anos de MUR (Desde o início o Senhor me chamou na Universidade. Meu primeiro Grupo de Oração, do qual participo até hoje é o Miles Domini, que acontece semanalmente na Capela Ecumênica da UEM e surgiu antes mesmo do PUR/MUR já dentro da universidade) tive a oportunidade de passar por diversas realidades de RCC e do MUR em todo o Brasil e alguns outros países e por aí pude ouvir muitas coisas a respeito do MUR. Por um bom tempo me incomodei muito ao ouvir pregações e até mesmo formações dizendo que o CHAMADO do MUR é “Construir a Civilização do Amor” talvez até eu mesma tenha dito isto algumas vezes, depois de tanto ter ouvido, mas hoje, mais que nunca, tenho clareza de que o chamado do MUR, lá na sua origem é, “encher Jerusalém da Doutrina de Jesus Cristo” e aí sim, sendo Dócil e Fiel ao Senhor nisto, contribuir, dar nossa parcela de contribuição na edificação da Civilização do Amor, que é chamado de TODO CRISTÃO! Também o Senhor poderia lá na origem ter confiado ao Mococa como Jerusalém, qualquer outro lugar (campo de missão). Poderia ter confiado a ele como Jerusalém os cursos de Veterinária somente, as fazendas onde ele iria trabalhar, os laboratórios de reprodução, os alojamentos universitários da UFV, em fim, qualquer coisa.......mas o Senhor decidiu-se por confiar a ele naquela Visão do quadro de Jerusalém, na Palavra de Atos 5,28 e naquele “Sonho” as UNIVERSIDADES (primeiramente a de Viçosa, depois as do Brasil e hoje, alargando a visão, as do mundo inteiro)!
Diante de tudo isto, fica muito claro para mim que o CHAMADO ORIGINAL do Senhor para o MUR é mesmo “encher Jerusalém da Doutrina de Jesus Cristo” e que para nós JERUSALÉM é a UNIVERSIDADE. Logo, nosso campo de missão não pode ser prioritariamente outro que não o ÂMBITO UNIVERSITÁRIO! Fique bem claro que no meu entender este não é exclusivamente nosso campo de missão, todavia, é nosso campo PRIORITÁRIO de missão! Podemos e devemos, enquanto Cristão, individualmente, atuar como evangelizadores em todos os ambientes onde estivermos, mas enquanto MUR demos sempre Priorizar o Âmbito Universitário, sendo assim Fiéis e Dóceis ao Senhor e ao chamado que Ele nos faz e confia.
D – Ocorre-me agora a lembrança de que nesta data (14 a 24 de novembro de 2013) o Senhor me concedeu a Graça de estar em peregrinação na Terra Santa, melhor e mais profundo retiro espiritual que já pude fazer e aconselho a cada Cristão que planeje-se para um dia fazê-lo também. Estando em Jerusalém, naquele cenário do quadro que inspirou o Sonho de Universidades Renovadas ao Mococa, rezei muitas vezes pelo MUR e neste momento me vem à lembrança de que, Jerusalém lá na Terra Santa, hoje em dia tem um percentual muito pequeno de Cristãos, é repleta e cercada por Judeus e Muçulmanos, todavia, os Apóstolos permaneceram Dóceis e Fiéis a Jesus Cristo até o martírio, não desistiram de Jerusalém, permaneceram ali semeando a Doutrina de Jesus Cristo e mesmo Jerusalém hoje não sendo uma Cidade Cristã, por causa da doçura e fidelidade dos apóstolos a Jesus Cristo e Seu chamado, esta doutrina espalhou-se e expandiu-se pelo mundo inteiro e chega hoje até nós!
Nossa Jerusalém (campo de missão a nós confiado) são as Universidades e não temos ideia de onde o Senhor deseja, quer e vai estrategicamente atingir e alcançar com Sua Doutrina, se permanecermos dóceis e fiéis a Ele!
E – Assim, retomando a questão inicial sobre o papel dos FORMADOS dentro do MUR, penso que deva prioritariamente, sermos GUARDIÕES DO CHAMADO ORINÁRIO DO SENHOR PARA O MUR – Encher Jerusalém da Doutrina de Jesus Cristo! Ter clareza disto é condição sine qua non para todos os membros do MUR. Ter sempre em mente que a Universidade é para nós a fonte de onde brota a água límpida que vai desaguar na transformação da sociedade (mundo do trabalho, da cultura, da ciência, das artes, da justiça, da economia, etc). Isto não reduz nosso papel a sermos formadores dos luquinhas, motivadores dos GOUs e/ou patrocinadores das atividades dos GOUs. Isto também faz parte, mas não é a essência. O papel dos Formados no MUR precisa ser também:
* Produzir conteúdos de ciência que sejam iluminados pela fé, em busca de uma "ciência verdadeiramente humana", através da reflexão em todas as áreas do conhecimento (PESQUISA), produzindo artigos, seminários, livros e periódicos que impactem a sociedade e ajudem a formar uma cultura geral;
* Atingir diretamente profissionais que já estejam no mercado através de cursos, seminários e especializações a partir da universidade (ENSINO) que criem uma nova visão sobre sua área de conhecimento e atuação profissional, a partir da reflexão que acontece na universidade.
* Impactar diretamente a comunidade ao redor da universidade, alvo dos projetos de EXTENSÃO, que ajudam a formar, criar cultura, educar e promover a dignidade humana (inclusive com assistência social) em públicos que se relacionam com a universidade.
* Buscar formas de atuar diretamente no desenvolvimento de Políticas Educacionais dentro das IES
* Promover e fomentar o diálogo entre Fé e Razão e Fé e Ciência nos Grupos de Pesquisa e de Professores;
* Promover Experiências de Oração e outros momentos de evangelização para Professores e Servidores das IES (Missas celebrativas em dias festivos como do Professor, do Servidor, etc)
* Promover ações sociais dentro das IES à partir do levantamento de dados (famílias carentes de servidores, ajuda e/ou visita às famílias de professores e/ou servidores afastados por motivos de enfermidades graves, depressão, dependência química, etc)
*Desenvolver grupos multidisciplinares de profissionais que possam acompanhar e formar e capacitar outros profissionais a trabalharem com a recuperação de dependentes químicos (acadêmicos, professores e servidores) nas IES;
* Motivar a Associação de profissionais católicos de uma mesma área, objetivando o desenvolvimento do Pensamento/Mentalidade e ação Cristã da classe;

Em fim, muitas atividades podem e devem ser desenvolvidas pelos Formados-MUR, uma vez definido com clareza e assumido o seu campo de Missão. Especialmente se considerarmos o percentual de Mestres e Doutores que temos hoje nas IES e que já passaram pelos GOUs ou estão ligados de alguma forma ao MUR e outros tantos que mesmo não sendo MUR, são Cristãos Católicos e que, juntos, precisamos dar uma resposta à Igreja e sobretudo a Jesus!

2 – O que não deve ser o Papel dos Formados MUR?
Penso que não deva reduzir-se a simplesmente “colocar a sua profissão a serviço do Reino de Deus” ou simplesmente ser um bom profissional na sua área, pois este deve ser o papel de TODO PROFISSIONAL CRISTÃO, seja ele de que movimento ou pastoral for e temos até mesmo profissionais não cristãos que prezam por isto, como é o caso dos espíritas e dos maçons. Claro que todos devemos evangelizar através do exercício da nossa profissão, mas os Formados MUR têm um capo específico para exercerem seu Papel Evangelizador.
Os Formados MUR também não podem se contentar apenas em oferecer mão de obra especializada em determinadas áreas para o Movimento ou a Igreja como um todo, seu papel não é este, embora possa desenvolvê-lo também, mas não é sua prioridade.

3 – De que forma este grupo “Formados MUR” deve se organizar?
Não tenho a resposta exata para isto, até mesmo porque, se tivesse, não haveria necessidade deste fórum. Rsrsrs
Penso que temos algumas urgências e pistas que podem nos ajudar, como por exemplo:
A – Os GPPs são uma forma de organização para os Formados MUR, mas não deve de forma alguma ser a única delas. Embora cada GPP e aqui retomo o GPP como Grupo de Partilha e Perseverança, tenha uma realidade local própria, penso que necessitamos de uma orientação geral quanto à dinâmica destes;
B – Aqui cito como URGÊNCIA um SITE bem organizado, dinâmico e que possa ser um real canal de comunicação tanto para os universitários quanto para os Formados, canal de formação e de informações, instrumento de cadastramento e atualização de cadastros de todos os membros (banco de dados), bem como de todos os GOUs e GPPs (como já tivemos um dia) com dados do Brasil e de todos os outros países onde estamos. Arquivamento de trabalhos Acadêmicos e produções científicas, Banco de currículos e ofertas de estágios e empregos e uma infinidade de outras coisas que poderíamos colocar lá e que ajudariam imensamente nossa organização.
Ierecê Gilberto
Maringá-PR
GPP Sopro de Vida
GOU Miles Domini
Ierecê Gilberto
 
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profissionais

Mensagempor Keli Arruda » 19 Nov 2013, 03:13

Gosto muito da formação dos GPP´s. Esse aspecto de estudo, de familia, de profissional em ação.
Os profissionais dentro do MUR além do grande desafio de ser um bom profissional podem e devem partilhar as dificuldades de serem cristãos, as crises que a profissão traz no lado religioso. Debates, estudos são necessários. Buscar a mudança nas estrutura das organizacoes é o objetivo. Não da para sair sem expressar a tamanha gratidão
Keli Arruda
 
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Re: Sala 2

Mensagempor wmax » 19 Nov 2013, 05:19

Os profissionais tem, obviamente, uma experiência de vida que poderia ser aproveitada em toda as atividades e momentos do ministério. Vou ter de ler o fórum depois para ver outras respostas, mas se tiverem algo repetido, por favor me perdoem:

- aulas de apoio aos estudantes (ensino a distância, por exemplo)
- participação em equipes de encontros universitários (equipe de apoio, transporte, pregação)
- intercessão pelos estudantes, em especial nos dias de provas e trabalhos acadêmicos
- participar de um círculo de adoração contínua nacional promovido pelos luquinhas
- promover a divulgação e apoio do universidades renovadas e seus eventos
- dedicar parte de seu dízimo como profissional em apoio às atividades do MUR
- cursos "walita" de bíblia, religiões, antropologia, os da linha psi, e outros que aprofundem nosso conhecimento do humano e do sagrado
- participar (ir) nos eventos dos universitários se reabastecer (beber da água da Serra da Canastra!)

Nossos laços de amizade e irmandade são tão fortes que, mesmo formados, continuaremos ser luquinhas eternos. Na prática, o luquinha tem três fases na vida inteira: de 0 a 1x anos (fase pre-universitário). De 1x a 2x anos (universitário). De 2x à vida eterna, (pós-universitário ou profissional). A meta de todo luquinha é ser um profissional. :-)
wmax
 
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